Valparaíso de Goiás: projeto nas ondas da leitura leva autores para conhecer alunos e escolas municipais

O objetivo da Secretaria de Educação e da Editora IMEPH é levar os autores para o contexto cotidiano da sala de aula, tornando esse momento o mais natural possível para alunos e comunidade escolar

O projeto Nas Ondas da Leitura que envolve a escola, a família e crianças valparaisenses na felicidade de ler e escrever está passando com sua caravana por turmas de 3º e 5º Ano do Ensino Fundamental da Rede Pública Municipal de Ensino.

Durante as visitações, os escritores Antônio Francisco e Gilvan Cunha, conversam e autografam livros de suas autorias que estão sendo utilizados por professores nas escolas municipais. As ações acontecem até quinta-feira (25/10).

O objetivo da Secretaria de Educação e da Editora IMEPH é levar os autores para o contexto cotidiano da sala de aula, tornando esse momento o mais natural possível para alunos e comunidade escolar.

Nesta terça-feira (23/10), os escritores passaram pela Escola Municipal Chico Mendes, que fica situada no Residencial Florais do Planalto. Na ocasião, Antonio Francisco bateu um papo com os estudantes da unidade escolar. Ele é graduado em História pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), poeta popular, cordelista, xilógrafo, compositor e ainda confecciona placas. “Em nossas andanças sofremos muito com desânimo e desesperança. Mas aqui em Valparaíso eu fiquei muito animado ao visitar as escolas. Essa daqui é uma escola bonita demais. Também passei por outra escola onde fizeram um trabalho magnífico. Eu até disse para a professora “vocês fizeram com o que eu mudasse a minha opinião sobre o mundo. Enquanto existir Valparaíso é uma prova que o mundo tem jeito”, relatou.

Ao falar do livro “O Sapo Raspou o Prato”, o autor e agente de endemias, Gilvan Cunha, explicou que o exemplar trata do controle biológico. “Ele tem o sentido do respeito à natureza. Porque através do sapo, várias doenças transmitidas por insetos são controladas, desde que o sapo não seja maltratado. Ou seja, é uma matemática simples. Mais sapos, menos insetos, menos doenças. Menos sapos, mais insetos, mais doenças”, comentou.

 

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