Distrito Federal: O novo conceito de turismo na capital

Conhecer uma Brasília que vai além da Esplanada dos Ministérios, fugindo da típica programação turística e priorizando roteiros que valorizam o valor histórico e estético da capital. O Plano de Turismo Criativo do Distrito Federal, lançado em novembro de 2016, se aprofunda em uma forma mais autêntica de conhecer a cultura e o modo de vida brasiliense e reformula para apresentá-la ao visitante.

A iniciativa do Governo de Brasília, elaborada ao longo de dois anos, acompanha o conceito mundial que incentiva o turista a explorar os destinos a partir de um novo olhar, vivenciando experiências únicas dentro da cultura local. Com a necessidade de diversificar a oferta de produtos e segmentos, o Plano posiciona a capital federal como uma opção turística, seguindo o perfil do viajante contemporâneo.

Outra ação estabelecida pelo Plano indicava a necessidade da criação de uma identidade visual de Brasília, que representasse a cidade pelo país e mundo afora, inspirando-se em modelos internacionais bem sucedidos como os de Nova York e Berlim. A população elegeu, em 2017, a marca concebida pelos estudantes de design gráfico e arquitetura Igor Guimarães Borges e Matheus Gomes, que explora o conceito de minimalismo, cidade céu e monumental.

Dando continuidade ao debate sobre a cadeia produtiva do turismo, com a base no Plano de Turismo Criativo, a Secretaria Adjunta de Turismo realizará o 3º Encontro de Turismo Criativo em abril deste ano.

O trade turístico, a população e os empreendedores participaram desse processo de constituição do Plano de Turismo Criativo, que se divide em quatro eixos de atuação com objetivos estratégicos de execução. São eles: gestão; promoção, marketing e comunicação; produtos e serviços turísticos; e infraestrutura turística. Dentro dessas subdivisões estão distribuídas as ações, com suas parcerias públicas ou do setor privado e tempos para execução.

Uma das principais metas do Plano, a conquista do título de cidade criativa do design, concedido pela Unesco, envolveu todo o setor local, que contribuiu na construção do documento de candidatura, que demonstrasse tudo o que o design tem desenvolvido, ajudando assim a fomentar a economia da cidade. Com a entrada de Brasília à Rede de Cidades Criativas, designs locais começaram a participar de feiras internacionais.

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