Mentira ou verdade? Tire suas dúvidas sobre a saúde dos olhos

Em 10 de julho, celebra-se o Dia Mundial da Saúde Ocular. É uma data que tem o intuito de alertar sobre a importância do cuidado com os olhos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), oito de cada dez casos de perda de visão poderiam ser evitados, se detectados precocemente. Como conhecimento é a melhor forma de prevenção, em tempos em que informações duvidosas são compartilhadas via aplicativos e o Dr. Google é consultado a todo momento, sem que se saiba se as informações são verídicas, o Grupo Opty preparou uma cartilha com mitos e verdades respondidos por médicos especialistas que, espalhados pelo Brasil, dedicam seu trabalho a alertar, prevenir e cuidar da saúde dos olhos de inúmeros pacientes.

O Dr. Yuji Abe, do Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), por exemplo, responde se a pressão arterial alta pode causar problemas à visão e se é um fator de risco para o glaucoma. Meia verdade. A hipertensão arterial sistêmica, ou seja, a pressão alta do corpo, pode levar a alterações vasculares da retina e até a perda de visão. Já o glaucoma é uma doença multifatorial. A hipertensão arterial pode danificar os vasos sanguíneos nos olhos, de modo que eles não consigam compensar as mudanças no fluxo sanguíneo, quando há o aumento da pressão dos olhos. É preciso lembrar que além da idade avançada, um dos principais fatores de risco para o glaucoma é a pressão do olho elevada. Muitos hipertensos não apresentarão glaucoma e nem todo paciente com glaucoma tem, necessariamente, hipertensão arterial sistêmica”, explica o Dr. Yuji Abe.

Já o Dr. Henrique César Vianna Magalhães, do Hospital de Olhos INOB (DF), responde se é mito ou verdade que óculos de grau são melhores do que lentes de contato para corrigir erros refrativos. Mito! Para pacientes com “grau baixo” e sem afecções de córnea, os óculos são equivalentes às lentes de contato para corrigir os erros refrativos. Já para os pacientes com “grau alto” ou alterações de superfície ocular, como o ceratocone, é o contrário: as lentes de contato podem melhorar consideravelmente a qualidade da visão, na comparação com os óculos, pois não comprometem o campo de visão periférico”, orienta o oftalmologista.

A Dra. Renata Magalhães, do Hospital de Olhos do Gama (DF), responde se coçar os olhos pode levar à cegueira. Meia verdade. Coçar os olhos aumenta o risco de contaminação e infecções oculares potencialmente graves, especialmente em usuários de lente de contato, podendo levar à perda de visão. O hábito de coçar os olhos é capaz, ainda, de levar à deformação da nossa principal lente ocular, a córnea, ao colaborar com o aparecimento do ceratocone, que muitas vezes causa um astigmatismo que não é possível ser corrigido com óculos ou lentes de contato, requerendo até transplante de córnea nos casos mais graves”,afirma.

Para ter acesso ao conteúdo completo, visite o site do Grupo Opty (www.opty.com.br) ou as redes sociais dos hospitais de olhos participantes: Instituto de Olhos Freitas (BA), DayHORC (BA), Instituto de Olhos Villas (BA), Oftalmoclin (BA), Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), Hospital de Olhos INOB (DF), Hospital de Olhos do Gama (DF), Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC), Centro Oftalmológico Jaraguá do Sul (SC) e HCLOE (SP).

 

Sobre o Opty

O Grupo Opty nasceu em abril de 2016, a partir da união de médicos oftalmologistas apoiados pelo Pátria Investimentos, que deu origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a prática da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando doze empresas oftalmológicas, 1500 colaboradores e mais de 400 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), a Oftalmoclin (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), o Hospital de Olhos INOB (DF), o Hospital de Olhos do Gama (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC), o Centro Oftalmológico Jaraguá do Sul (SC), a Clínica Visão (SC) e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 25 unidades de atendimento.

Entenda mais. Abra a cartilha com diversas orientações:

Cartilha

Por Paulo Almeida –Tríplice Comunicação

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