Economia com controle da folha de servidores estaduais deve alcançar mais de meio bilhão de reais até 2022

Já nos primeiros dois anos da atual gestão, medidas evitaram gastos indevidos de aproximadamente R$ 200 milhões aos cofres públicos. Ação permite investimentos em áreas prioritárias, como saúde, segurança e educação

Com ações de contenção de gastos sem comprometer a agenda de entregas à população, o Governo de Goiás deve economizar mais de meio bilhão de reais até 2022, apenas com a otimização do funcionamento da máquina pública. Essa é a previsão da Secretaria de Estado de Administração (Sead) que, com a rotina de controle da folha de pagamento e a atuação vigilante, espera economia de aproximadamente R$ 550 milhões até o final do ano que vem. Recursos que podem ser aplicados em políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança.

Para conseguir alcançar essa cifra, o governador Ronaldo Caiado tem dado total liberdade para que a Sead adote os procedimentos necessários, como estabelecimento de ampla auditoria na folha de pagamento dos servidores estaduais, por exemplo, com propósito de identificar e eliminar distorções. De janeiro de 2019 a dezembro de 2020, a diligência já coibiu mais de R$ 196 milhões em despesas impróprias. As medidas adotadas incluem auditoria de óbitos de servidores e devolução de empregados de empresas com disposições irregulares, além de medidas como investimento em tecnologia, que abrange a parametrização do sistema responsável pela folha.

Somente a auditoria mensal de óbitos, por meio de cruzamento de dados, resultou em uma contenção de gastos de mais de R$ 73 milhões em dois anos. Outro ponto de destaque é a performance na revisão e análise de conferência de processos de diferenças salariais, impedindo pagamento de valores indevidos que ocasionou economia de R$ 69 milhões aos cofres públicos no mesmo período. Por sua vez, as compensações de créditos de INSS relativos à remuneração recolhida aos cofres em decorrência de pagamentos bloqueados, somaram quase R$ 5 milhões devolvidos ao Estado.

O secretário da Administração de Goiás, Bruno D’Abadia, explica que o controle da folha é liderado por uma equipe qualificada de servidores efetivos da Sead, portanto, sem a necessidade de contratação de auditorias externas, o que evidencia o bom desempenho dos colaboradores de Goiás, além de simbolizar outra importante economia. “É um salto no conceito de eficiência da gestão. Mérito de uma administração que confia nos seus servidores, e que se norteia no propósito de elevar a qualidade de vida dos cidadãos. Ações que deixarão benefícios duradouros para os goianos”, pontua o titular da pasta.

Secretaria da Administração (Sead) – Governo de Goiás

Já nos primeiros dois anos da atual gestão, medidas evitaram gastos indevidos de aproximadamente R$ 200 milhões aos cofres públicos. Ação permite investimentos em áreas prioritárias, como saúde, segurança e educação

Com ações de contenção de gastos sem comprometer a agenda de entregas à população, o Governo de Goiás deve economizar mais de meio bilhão de reais até 2022, apenas com a otimização do funcionamento da máquina pública. Essa é a previsão da Secretaria de Estado de Administração (Sead) que, com a rotina de controle da folha de pagamento e a atuação vigilante, espera economia de aproximadamente R$ 550 milhões até o final do ano que vem. Recursos que podem ser aplicados em políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança.

Para conseguir alcançar essa cifra, o governador Ronaldo Caiado tem dado total liberdade para que a Sead adote os procedimentos necessários, como estabelecimento de ampla auditoria na folha de pagamento dos servidores estaduais, por exemplo, com propósito de identificar e eliminar distorções. De janeiro de 2019 a dezembro de 2020, a diligência já coibiu mais de R$ 196 milhões em despesas impróprias. As medidas adotadas incluem auditoria de óbitos de servidores e devolução de empregados de empresas com disposições irregulares, além de medidas como investimento em tecnologia, que abrange a parametrização do sistema responsável pela folha.

Somente a auditoria mensal de óbitos, por meio de cruzamento de dados, resultou em uma contenção de gastos de mais de R$ 73 milhões em dois anos. Outro ponto de destaque é a performance na revisão e análise de conferência de processos de diferenças salariais, impedindo pagamento de valores indevidos que ocasionou economia de R$ 69 milhões aos cofres públicos no mesmo período. Por sua vez, as compensações de créditos de INSS relativos à remuneração recolhida aos cofres em decorrência de pagamentos bloqueados, somaram quase R$ 5 milhões devolvidos ao Estado.

O secretário da Administração de Goiás, Bruno D’Abadia, explica que o controle da folha é liderado por uma equipe qualificada de servidores efetivos da Sead, portanto, sem a necessidade de contratação de auditorias externas, o que evidencia o bom desempenho dos colaboradores de Goiás, além de simbolizar outra importante economia. “É um salto no conceito de eficiência da gestão. Mérito de uma administração que confia nos seus servidores, e que se norteia no propósito de elevar a qualidade de vida dos cidadãos. Ações que deixarão benefícios duradouros para os goianos”, pontua o titular da pasta.

Secretaria da Administração (Sead) – Governo de Goiás – Foto: Divulgação

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