O cuidado com a saúde dos servidores da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (SESDS) está no topo da pirâmide que avalia o desempenho e o bem estar dos profissionais que compõem as Forças de Segurança da Paraíba. É o que mostram os números do Programa Vida Ativa, desenvolvido pela SESDS, no ano de 2025: 62% das pessoas acompanhadas pelo Espaço Viver da pasta tiveram redução de peso corporal, um resultado que impacta diretamente na saúde, diminuindo, por exemplo, os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes. O percentual é resultado das avaliações de composição corporal através do exame de bioimpedância, feito em dois momentos, maio e dezembro do ano passado.
Os exames foram realizados em 83 participantes, da sede da secretaria e do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) de João Pessoa, levando em consideração os índices relacionados à massa corporal, distribuição de gordura, massa muscular, risco metabólico e cardiovascular, ajudando assim no planejamento de ações que pudessem complementar o acompanhamento realizado pelo Programa Vida Ativa.
No comparativo dos dois momentos, foram observados resultados positivos em 67% dos participantes, que conseguiram reduzir o Índice de Massa Corporal (ICM), alcançando o IMC ideal segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que é entre 18,5 e 24,9. O Percentual de Gordura Corporal de 64% dos servidores da Sesds e do CICC também baixou.
Outro número expressivo foi a diminuição no Nível de Gordura Visceral (NGV) de 69% em relação à primeira avaliação. Nesta pesagem, foram levados em consideração os valores de gordura visceral entre 1 e 10, que geralmente são considerados saudáveis , enquanto os valores acima de 10 indicam um risco aumentado para problemas de saúde . Nesta avaliação, 31% não conseguiram chegar ao nível ideal para a OMS.
A Relação Cintura-Quadril (RCQ), outra preocupação do setor médico, também apresentou melhora entre os participantes, com 58% de redução. Eles apresentaram valores abaixo de 0,85 para mulheres e 0,95 para homens, o que indica baixo risco para doenças cardiovasculares. A Massa Muscular Esquelética (MME), que é o peso dos músculos ligados aos ossos, responsável entre outras coisas, pela postura, equilíbrio e respiração, apresentou melhora em 47% dos avaliados.
Para os profissionais responsáveis pelo programa , os índices de Gordura Visceral (GV) apresentaram diminuição relevante do risco cardiometabólico. Já o IMC e o PGC tiveram diminuição acima de 60%, mostrando impacto positivo da atividade na composição corporal. A RCQ, indicador associado ao risco cardiovascular, apresentou redução em mais de 50% da amostra e o parâmetro MME foi o que apresentou menor percentual de aumento, indicando a necessidade de intensificação progressiva de estímulos de fortalecimento muscular.
No geral os servidores acompanhados pelo programa apresentaram uma evolução corporal significativa com 64,4%, de melhora corporal global, mostrando que o Programa Vida Ativa apresenta impacto positivo na saúde e na composição corporal dos participantes das atividades, com destaque para a redução de indicadores de risco metabólico e cardiovascular. Estes resultados reforçam a importância do programa como uma estratégia de cuidado com a saúde e a qualidade de vida dos servidores.








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