A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu, na noite da última sexta-feira (24), audiência pública para discutir a regulamentação das Escolas Cívico-Militares do Distrito Federal. O debate foi uma iniciativa do deputado Thiago Manzoni (PL). Durante o encontro, vários participantes elogiaram o modelo e defenderam a ampliação da experiência para outras unidades.
O debate contou também com a participação de diretores escolares, coordenadores pedagógicos, professores e pais de alunos de escolas cívico-militares.
O deputado Thiago Manzoni (PL) destacou o respeito à hierarquia e à autoridade promovido pelas escolas cívico-militares. “As escolas cívico-militares ensinam isso, não só para dentro de casa, para a família, mas ensinam isso também para o ambiente escolar. Infelizmente, a falta de respeito que há em alguns lares é levada para dentro das escolas e professores são agredidos. Graças a Deus o modelo cívico-militar tem colocado um ponto final nesta história e o professor tem sido respeitado novamente em sala de aula como figura de autoridade e como aquele que transmite conhecimento”, analisou o distrital.
Para a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), os números falam por si. Segundo ela, o relatório do Ideb de 2023 mostrou que o modelo de escolas cívico-militares está dando resultados concretos no DF. “Nós temos três escolas cívico-militares entre as dez melhores do país. Esse resultado é uma coisa que realmente chama muita atenção”, avaliou a parlamentar, reforçando a importância de valores como a disciplina e a hierarquia presentes no modelo educacional.
Para o presidente da Associação Brasileira de Educação Cívico-Militar, capitão Davi Lima Sousa, a regulamentação das escolas cívico-militares é apenas um detalhe, pois os resultados apresentados pelo modelo são inquestionáveis. Para ele, a hierarquia e a disciplina “não são coisas só de militar, mas de cidadania”.
Já o assessor especial da secretaria de Educação do DF, professor Wagner de Farias Santana, ressaltou as vitórias obtidas pelas escolas cívico-militares e rebateu as críticas à gestão compartilhada. Para ele, um projeto vitorioso supera todas as dificuldades e faz parte de um processo.
Alexandre Patury, secretário de Segurança do DF, disse que a educação é fundamental para promover a segurança, por meio da formação dos jovens e evitando que eles estejam nas ruas.
O Coordenador geral do programa de gestão compartilhada do Corpo de Bombeiros Militar do DF, coronel Lucino Antunes Paes, enalteceu a qualidade do ensino das escolas cívico-militares e as demais atividades esportivas e culturais presentes no modelo.
Presente em 25 unidades de ensino atualmente, o modelo cívico-militar é uma parceria entre as secretarias de Educação e de Segurança Pública.
Luís Cláudio Alves - Agência CLDF
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