Caiado diz que reforma do ensino médio vai estimular o estudante
Caiado diz que reforma do ensino médio vai estimular o estudante
09/02/2017 09h53Atualizada há 9 anos
Por: Redação
Foto: Reprodução
O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), comemorou a aprovação da reforma do ensino médio (MP 746/2016) ocorrida nesta noite (8/2) no plenário. Caiado elogiou a coragem do ministro da Educação, Mendonça Filho, de propor uma mudança que vai estimular o aluno e melhorar efetivamente a educação brasileira. O parlamentar ainda criticou senadores petistas que votaram contra, enquanto o PT deixou números estarrecedores na educação. O texto segue para sanção presidencial. "A reforma do ensino médio vai enfim estimular o aluno brasileiro. Hoje, é imposto ao estudante uma grade curricular que muitas vezes não atende sua aptidão. Vai garantir duas vertentes: uma acadêmica e uma técnica assegurando ao jovem uma profissão assim que concluir o ensino médio. Quero elogiar a coragem do ministro Mendonça Filho que enviou o tema em caráter de urgência e está revolucionando a educação", disse o líder lembrando que o tema está desde 2013 na Câmara dos Deputados e não houve conclusão. O senador goiano mostrou exemplos dos índices que o governo do PT acumulou na educação. "O PT sem argumentos técnicos votou contra, mas vejam os números que eles deixaram na educação: IDEB estagnado desde 2011, 51% dos alunos do ensino médio com média abaixo de 2 em leitura; 56% têm média abaixo de 2 em ciência, segundo o Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (PISA). Dos alunos que estão no ensino médio, 43% não concluem os estudos e dentre os que terminam o ensino médio, apenas 18% ingressam numa faculdade. E o mais grave, dois milhões de jovens não estudam nem trabalham. A diferença agora é que em vez de dar dinheiro para TV Lula, o governo investirá em educação", argumentou Ronaldo Caiado. Reforma Entre as mudanças que ocorrerão com a reforma do ensino médio estão a ampliação progressiva da carga horária anual de 800 para 1.400 horas; a determinação do prazo de cinco anos para que o ensino médio tenha pelo menos 1000 horas anuais; inclusão da língua inglesa como matéria obrigatória a partir do sexto ano do ensino fundamental. O texto estabelece ainda que a base curricular terá foco nas seguintes áreas: linguagem e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza; ciência humanas e sociais e formação técnico-profissional. Matéria: Assessoria Liderança Democratas Senado Foto: Sidney Lins Jr
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